Orgias

Os Vizinhos

Olá para todos! Meu nome é Evandro e o que passo a narrar aconteceu comigo quando eu era ainda solteiro e morava em Florianópolis. Eu morava num edifício pequeno, de quatro andares, com dois apartamentos por andar. A janela do meu quarto ficava de frente para a janela do quarto dos meus vizinhos de andar. Todos os dias, da janela de meu quarto eu ficava olhando minha vizinha trocar de roupas. Ela sabia que eu estava olhando e fazia de propósito a troca de roupa. Ficava peladinha e se exiba para mim. As janelas ficavam distantes uns dez metros uma da outra e eu podia ver bem. Eu ficava de pau duro e mostrava para ela. Ela, então se masturbava, olhando para mim. Essa situação perdurou até num final de semana em que ela e o maridão começaram a transar e eu assistia a tudo. Ela chupava o caralho do marido e olhava para mim enquanto eu me masturbava. De repente, o marido dela levantou e se aproximando da janela acenou para mim, chamando com a mão. Eu quase não acreditei. Fiz sinal que iria e como éramos vizinhos de porta, só vesti a cueca e fui. Quando abri a porta de meu apartamento ele já me esperava com a porta dele aberta, completamente pelado e de pau duro. Quando entrei ele se apresentou para mim. Chamava-se Carlos e disse que sua esposa sentia muito tesão por mim e como eram liberais resolveram me chamar para transar com eles. Meu pau estava estufando a cueca de tão duro que estava. Ele se aproximou de mim e baixou minha cueca deixando a mostra meus 23,5 cm. Não resistindo ele se abaixou na minha frente e abocanhou meu cassete iniciando um vai e vem super gostoso. Neste instante minha vizinha (chamava-se Luiza)aproximou-se de nós, peladinha, e me deu um baita beijo de língua. Ela tinha uns peitões super tesudos os quais, enquanto o Carlos mamava na minha vara, eu chupei feito um bezerro faminto. Fomos os três para o quarto. Luiza ficou de quatro na cama e eu por trás dela meti em sua buceta toda melada enquanto ela mamava na vara de Carlos. De repente ela se desvencilha de mim, o faz deitar na cama e inicia uma cavalgada ao mesmo tempo que me chama e pede que eu enfie meu pau em seu cu. Ela parou de mexer e eu empurrei o cassete até a metade em sua bunda. Ela em um rompante de tesão, empurrou a bunda para trás e eu atolei tudo, deixando somente as bolas de fora. Enquanto o marido enfiava na buceta eu tirava do cu e vice e versa. Ela gozava sucessivamente com os dois caralhos atolados nela. Anunciamos nosso gozo e esporramos dentro dela. Carlos saiu de baixo dela e Luiza acocorou sobre seu rosto contraindo a buceta e o cu, fazendo com que toda a porra escorresse sobre sua cara. Ele bebeu tudo lambendo e sugando. Enquanto nos recuperávamos ela disse que iria dar uma mijadinha no banheiro. Carlos então disse para ela que não fosse pois adoraria que ela mijasse sobre ele. Ele então deitou-se no chão, sobre um plástico, e ela mijou sobre ele. Carlos sorvia aquele mijo como se fosse um guaraná. Aquela cena me deu o maior tesão e meu pau endureceu novamente. Luiza então vendo o meu caralho duro pediu que eu metesse no cu do marido dela. Como não tenho preconceitos, fiz com ele um franguinho assado, metendo em seu cu até o talo. Enquanto isso ela acocorou sobre a cara dele e ele a chupou enquanto eu o comia. Ele se masturbava e em seguida gozou sobre a barriga e na hora que eu anunciei meu gozo, Luiza aproximou-se de mim e engoliu toda a minha porra chupando tudo. Como sou, sempre adepto a novas experiências, aceitei a proposta de Luiza quando me convidou para fazermos um trenzinho. Deitamos os três de lado na cama. Eu meti na bunda de Luiza e o Carlos meteu no meu cu, enquanto ele, com um consolo de borracha o enfiou todo no seu próprio cu. Quinze minutos depois da meteção gozamos todos juntos. Fomos tomar um banho juntos e no box ainda comi novamente a buceta de Luiza enquanto Carlos chupava minhas bolas. Daquele dia em diante trepávamos quase todos os dias. Quando o Carlos viajava, Luiza vinha para o meu apartamento e fica comigo para metermos bastante. Quando ela não estava, eu e Carlos transávamos também. Assim foi até, por motivos profissionais, ser transferido para Porto Alegre. Mantemos contato por alguns meses, porém depois nunca mais consegui entrar em contato com eles. Fui a Floripa de férias e eles não moram mais lá. Mas o que importa é que ficou a doce lembrança daquele casal amigo.

 

Conto Erótico enviado 20/6/2008 11:39:26 por: Evandro